12.2.11

Peregrinação à Terra Santa



Eu e outro amigo sacerdote, estamos a organizar uma peregrinação à Terra Santa, de 03 a 10 de Março de 2011. A viagem prevê passarmos por Cesareia Marítima, Haifa (Monte Carmelo), Nazaré, Mar Morto, Caná da Galileia, Monte das Bem aventuranças, Cafarnaum, Mar da Galileia, Monte Tabor, Jerusalém, Belém, Emaús, etc.

Se alguém estiver interessado em acompanhar-nos, pode entrar em contacto comigo através dos meus contactos>>



Na foto: Basílica da Anunciação, em Nazaré

Uma questão de fé ou falta dela

"Nunca fui uma pessoa particularmente ligada à igreja ou à religião. Baptizada, filha de católicos mais ou menos praticantes, fui para a catequese por vontade própria. Mais para estar com os meus amigos do que para estar perto de Deus, confessemos. No início era giro, era novidade, depois veio a rotina, a chatice, a obrigação. Primeira comunhão, profissão de fé, idas ocasionais e cada vez mais espaçadas à missa de domingo, e pronto. Era isso. Depois foi piorando. Fui-me afastando cada vez mais. Por alguma descrença, por incompatibilidades pessoais com a minha própria fé e por não conseguir dizer ámen a tudo o que a Igreja profetizava. Até que me casei. Mesmo estando tão afastada, sabia que tinha de ser pela Igreja. Fazia-me mais sentido assim, sabia que queria e que precisava daquele reconforto de alma. Mas depois de casada, depois de voltar da lua-de-mel, dei por mim a pensar que não podia ser só aquilo. Que não era só dizer em frente a toda a gente, no altar, que me comprometia com Deus, e depois virar costas novamente. E voltar a desligar-me por mais não sei quantos mil anos. Recomecei a ir à missa, muito por causa do padre que me casou (Arsénio Isidoro) que, claramente, sabe como cativar e aproximar. Porque não acha que cai o Carmo e a Trindade se disser uma piada, se contar uma anedota (no meu casamento disse qualquer coisa como “isto de casar só custam os primeiros 50 anos, depois é fácil”), se usar uma linguagem acessível que toca a todos."

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8.2.11

Quem nos separará do amor de Cristo? (Rom 8, 35)



Um dos principais desafios que é colocado a toda a Igreja é o atendimento e acompanhamento àqueles que pertencem a esse grande universo de pessoas que fazem parte de famílias separadas, divorciadas, recasadas ou em união de facto.

Uma iniciativa interessante, surgiu muito recentemente em duas dioceses do norte de Itália, Pistoia e Pescia, que propõe a todas as pessoas que se encontram nessas situações um acompanhamento, ao longo de três anos, que consiste em encontros mensais para rezar, partilhar experiências e onde a dimensão formativa tem lugar central: serão abordados temas sobre a família, a oração, o perdão, a educação dos filhos, para além de aspectos biblico-teológicos e jurídicos. Os encontros realizam-se num sábado de cada mês, com início pelas 16h e terminam com o jantar em comum.

O tema de fundo é a passagem de S. Paulo aos Romanos, que consiste no título deste post.

No vídeo, música "Ci si separerà?", de Marco Frisina

3.2.11

Eis que a preparação para a confissão chega ao iPad

"Confession: a Roman Catholic App" é um programa para iPhone, iPad e iPod Touch que serve de ajuda para a preparação para a confissão. Aos poucos, a Igreja começa a usar os instrumentos que a técnica põe à sua disposição. Não passa disso: um instrumento, mas que se pode revelar muito útil.

Esta aplicação, contém um exame de consciência bastante completo, com a possibilidade de a própria pessoa incluir questões personalizadas.

Além disso, a aplicação tem um guia que ajuda a pessoa a confessar-se, com a explicação das várias partes da confissão.

Por fim, tem as orações do penitente (acto de contrição), e um conjunto de orações que são as mais usadas na penitência imposta pelo confessor (avé-Maria, Pai nosso, Lembrai-vos, a Salvé Rainha e outras).