19.9.09

A liturgia celeste

"As nossas liturgias terrenas, inteiramente voltadas a celebrar este único acto da história, nunca alcançarão exprimir totalmente a sua infinita densidade. A Beleza dos ritos não será nunca demasiado investigada, ou demasiado cuidada, demasiado elaborada,já que nada é demasiado belo para Deus, que é a Beleza infinita... as liturgias terrestres não poderão ser mais do que um pálido reflexo da Liturgia, que se celebra na Jerusalém celeste, ponto de chegada da nossa peregrinação sobre a terra; é preciso realizar todo o esforço para nos aproximarmos o mais possível da liturgia celeste e fazê-la saborear".

Bento XVI, 2008.09.12, em Paris