14.3.08

Chiara Lubich (1920-2008)


Nosso Senhor chamou a si Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares. Uma vida intensa dedicada à proclamação do Evangelho sob o lema: "Que todos sejam um!" (Jo 17, 21).

«Comunhão, comunidade, unidade. Palavras que Jesus repete hoje. Do Concílio Vaticano II emergiu a exigência de uma espiritualidade de comunhão, que em muitos momentos foi invocada pelo Papa João Paulo II e por Bento XVI. É justamente a unidade a característica da espiritualidade do Movimento dos Focolares.

Uma espiritualidade que brotou de uma experiência de redescoberta do Evangelho das origens. Chiara e suas primeiras companheiras descobrem no Testamento de Jesus, “que todos sejam um”, o porquê de suas vidas. É uma “página de luz” que se abre em um momento escuro da história: a Segunda Guerra Mundial. Como realizar a unidade em um mundo tão dilacerado pelo ódio e pela violência? É um questionamento que se torna oração. A resposta se encontra numa outra “página de misterioso sofrimento”, escrita por um Deus que, na cruz, chega a gritar o abandono de seu Pai, para reunir os homens ao Criador e entre si.

A medida do amor mútuo, que gera a unidade, encontra-se neste ápice de amor. Uma unidade que torna visível a presença do Ressuscitado no lugar onde cada pessoa vive: na família, nos bairros, nas fábricas, nos parlamentos. Quando o Ressuscitado está entre nós, como ele prometeu a dois ou três que se reúnem em seu nome, ou seja, no seu amor, de alguma maneira experimenta-se o divino, a sua paz, a sua luz, o seu amor, a unidade!

Chiara Lubich testemunha: “Foi justamente quando acreditávamos estar simplesmente vivendo o Evangelho que o Espírito Santo esculpiu com caracteres de fogo nas nossas almas aqueles que teriam seriam os pontos fundamentais da ‘Espiritualidade da Unidade’, uma espiritualidade nova, ao mesmo tempo pessoal e comunitária”.»

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