22.7.06

Credo, Domine, sed credam firmius!

"Não permitais que o tempo, que o Senhor vos dá, transcorra como se tudo acontecesse por acaso. S. João disse-nos que tudo foi feito em Cristo. Por isso, acreditai fortemente n'Ele. Ele guia a história tanto dos indivíduos como da humanidade. Cristo respeita certamente a vossa liberdade, mas, em todos os acontecimentos aprazíveis ou amargos da vida, não cessa de pedir-nos que acreditemos n'Ele, na sua Palavra, na realidade da Igreja, na vida eterna!

Por isso, nunca penseis que, a seus olhos, sois uns desconhecidos, um simples número duma multidão anónima. Não, cada um de vós é precioso aos olhos de Cristo; Ele conhece-vos pessoalmente, ama-vos ternamente, mesmo quando não vos apercebeis disso."

João Paulo II,
Rito de acolhimento dos jovens, 15.08.2000
Desta citação tocou-me o facto do Santo Padre ter pedido aos jovens para acreditarem na realidade da Igreja. Não de uma Igreja feita à minha medida, como eu acho melhor, mas sim na Igreja fundada por Jesus Cristo, que subsiste, segundo o Concílio Vaticano II, na Igreja Católica (cfr. Const. Lumen gentium, 8).
Ao ler os vários comentários ao recente encontro das famílias, em Valência e, mais em geral, nas atitudes perante a Igreja, não critico quem quer que seja. Mas tenho repetido para mim mesmo e como oração ao Senhor: Credo Ecclesiam unam, sanctam, catholicam, apostolicam!